Instantes de Antropofagia


...porque é de minha verve que alimenta-se minha alma.


Baú de Papíros


Sobre...

Élcio A. Rodrigues
46 anos
Paulistano
Virginiano - 21/09
Designer pela FPA


Pérolas


"A saudade é
um campo
muito vasto
para se atravessar
sozinho."

Lya Luft

"Ser poeta não é
minha ambição.
É a minha maneira
de estar só."

Fernando Pessoa



Fotolog


Instantes



Best Sellers

Amar o Mar
A Vida passada a limpo
Arte em Toda Parte
Bendito é o fruto
Bonequinho de Luxo
Brincando com Clarinha
Casa Amarela
Casa de Contos
Converse Com Meus Neuronios
Coração na Boca
Chance
Chu Chu Site
Dança do Tempo
Diário da Tina
Digressiva Maria
Dual_Gas
Elcio
Estante Mágica
Fairy Lake
Fala Poética
Faxinando
Folhetim de Memórias
Gira Mundo
Instantes Clarissa
Intelectual
Jack
Kassa Vampiros
Lokura & Doideira
Maldita Honey
Memórias Baldias
Mensagens Pra Você
Meu Mundo
Minha Tribo
Mundo Cruel
No More, Today
O Cárcere das Asas
Pathy
Pedacinhos de Mim
Perfil
Plenos Pecados
Reflexos da Alma
Reflexões depois dos 30
Seaprincess
Sentidos
Sentimento a Flor da Pele
Sexo e a Cidade
Tantas Quantas
Taz
Telescópio
Temporais
Tô Sabendo
Um Poema
Verso & Prosa
Walk On
Zuca

Depósito do Calvin



Bibliotecas

1000 Imagens
Corbis
Guia dos Curiosos
Jornal da Poesia
Poetas Imortais
Stock Photos
Tudo para Blogs
Worth 1000




Agradecimentos

This page is powered by Blogger. Isn't yours?

Weblog Commenting by HaloScan.com

Vistaram

online


Layout

Intuição Feminina




14.4.08




Dorme amor, dorme!
Élcio

Dorme amor, que eu velo o teu sono.
Serei o Cavaleiro da Triste Figura,
Insano, bravo e, ao mesmo tempo terno.
Dorme silente, sem nenhuma agrura.

Sei que um dia hás de retornar;
Até lá, serão dias de expectativas...
Continentes hei de contornar,
Dormirei com suas nativas.

Buscar-te-ei na rebentação,
Nas espumas das marés,
E perscrutarei cada constelação.

Contudo, enquanto não voltas, sou cão sem dono,
Sou flecha sem arco; sou homem dos cabarés!
Pois, dorme o amor (em mim) e eu velo o teu sono.


2:42 PM

::








8.4.08




Há lágrima que jamais rola
Élcio

Há lágrima que jamais rola
Em geral isso é por orgulho.
Ela enrijece, vira pedregulho.
Pouco importa se há marola

Ou não dentro naquele peito
Não ela não rola; sedimenta.
Olhos rubros, cor de pimenta?
Não senhor, não sou afeito.

E isso, confesso me incomoda
Causa estupefação; estranheza.
Nos dias atuais está fora de moda;

Esconder sentimentos é idéia tola!
Contudo, o pai de Isabella em sua frieza
Ainda cultua a lágrima que jamais rola.


5:36 PM

::








2.4.08




A Língua
Élcio

A língua é enxerida,
Contudo, indispensável.
Com memória indelével,
Limitada em sua guarida

Prova do farto à mingua
Temperos e temperaturas.
Da pele nas curvaturas;
Ao sabor de outra língua.

Do corpo é quem sinaliza,
Se verde ou vermelho,
Se avança ou finaliza.

Se a refeição se fará
No sagrado e com molho
Ou no profano, ao Deus dará.


1:00 AM

::